Responsabilidade Social

Há pouco mais de uma década, o mundo corporativo percebeu a importância da prática de uma gestão socialmente responsável. A partir de então, evoluiu das ações puramente sociais e de filantropia às práticas de desenvolvimento sustentável. A mudança visou corresponder ao perfil dos consumidores do mundo globalizado, mais informados e rigorosos com relação aos direitos universais.

Com os Fundos de Pensão, não poderia ser diferente. Segundo a Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada – Abrapp, os Fundos querem pautar a sua postura e os seus investimentos nos preceitos da ética e da responsabilidade social. Os investimentos socialmente responsáveis já são uma marca de grandes Fundos estrangeiros e a tendência, segundo a Abrapp, é adotar um modelo semelhante no Brasil.

Dentro do seu segmento, a Fachesf ocupa hoje a liderança em patrimônio nas regiões Norte e Nordeste e está entre as vinte maiores fundações do País, num universo de mais de 369 entidades.

A responsabilidade social está inserida, inclusive, na lista de Valores da Fundação, norteando suas atividades, tendo como meta constituir-se uma entidade parceira e co-responsável pelo desenvolvimento da coletividade.

Uma das ações recentemente desenvolvidas pela Fundação é a Campanha de Redução de Custos, que pretende alertar para a importância do conceito de sustentabilidade, baseado no processo dos três erres: reduzir, reutilizar e reciclar. Um bom exemplo é a coleta seletiva de papel, que tem sido realizada na entidade ainda de forma experimental. Caixas de papelão e papéis de escritório descartados são encaminhados à reciclagem e sua venda é revertida para o Comitê de Cidadania dos Empregados da Fachesf, que ajuda pessoas e comunidades carentes.

Visando sensibilizar os colaboradores e envolvê-los no Programa, foi criada a campanha de comunicação Poupa Tudo!, que aposta na mudança de hábitos como ponto de partida para a construção de uma cultura voltada à racionalização de recursos, tais como: gerenciamento eficiente de contratos e compras, consumo adequado de água, telefone, energia e material de escritório. A idéia é que cada pessoa sinta-se um agente de mudanças, adotando o consumo responsável não apenas no ambiente de trabalho, mas, sobretudo, fora dele.