19.05.2025
Por Fachesf
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MEIs e Previdência: como garantir proteção no futuro para autonômos?
O número de Microempreendedores Individuais (MEIs) no Brasil cresce a cada ano. Segundo pesquisa recente do Sebrae, em 2024, o aumento de CNPJs registrados na categoria foi de 10%. No total, foram mais de 3 milhões de novas empresas abertas.
Além de todas as responsabilidades que a abertura de uma empresa traz, também surgem novas demandas para as pessoas que vão empreender, já que são “donas” do seu próprio vínculo trabalhista. E isso se reflete na preocupação com a aposentadoria e com o próprio futuro pós trabalho.
O que o MEI tem direito hoje?
Ao pagar o DAS, o MEI já contribui com o INSS e tem acesso a alguns benefícios, como aposentadoria por idade e auxílio-doença. Mas será que só isso é suficiente?
Atualmente, a aposentadoria do MEI tem o valor de um salário mínimo e, assim como no regime CLT, é necessário cumprir requisitos como idade mínima (62 anos para mulheres e 65 anos para homens) e o tempo mínimo de contribuição (15 anos ou 180 meses).
Previdência complementar é um diferencial importante
É provável que não esteja nos objetivos de quem é MEI ou autônomo aposentar-se com o auxílio de apenas um salário mínimo. Por isso, além das preocupações do dia a dia com a empresa, é essencial investir em uma previdência complementar. Com um plano como o RealizePrev, por exemplo, é possível:
- Ter mais controle sobre a própria aposentadoria;
- Investir conforme sua realidade;
- Garantir mais proteção para o futuro.
É uma solução viável, com a partir de R$ 70 mensais de aportes, e que já pode fazer toda a diferença lá na frente.
–Quem empreende cuida de muitas coisas ao mesmo tempo — e a previdência precisa estar nessa lista. Afinal, quem resolve tudo também merece cuidado com o amanhã.




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