19.11.2025
Por Fachesf
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Planos alcançam resultados positivos nos investimentos em outubro/2025
Os planos de previdência administrados pela Fachesf apresentaram resultados positivos nos investimentos em outubro de 2025, com superação de metas ou com rentabilidades bem próximas dos índices de referência.
O CD BCO registrou rentabilidade de 0,97% no mês, acima da meta de 0,51%, acumulando 10,18% no ano, também superando a meta anual de 8,16%. O Plano BD apresentou desempenho similar, com 1,00% no mês, frente a 0,49% de meta, e resultado acumulado de 9,97%, superior à meta de 7,98%. Já o BS obteve 0,93% no mês, diante da meta de 0,50%, e acumulou 9,86% no ano, acima da meta de 8,11%.
O plano CD BAC apresentou rentabilidade de 1,09% no mês, diante da meta de 0,51%, e acumulou 10,84% no ano, também acima da referência de 8,16%. Os planos CD Puro e RealizePrev registraram o mesmo desempenho, com variação de 1,19% no mês e 10,88% e 10,96% no acumulado do ano, respectivamente. Apesar de positivos, esses resultados ficaram ligeiramente abaixo da meta de 1,28% no mês e 11,77% no ano
Acesse os relatórios detalhados de cada plano na página de Investimentos.
| Plano | Rentabilidade | Meta | Rentabilidade | Meta |
| Mês | Mês | Ano | Ano | |
| BCO¹ | 0,97% | 0,51% | 10,18% | 8,16% |
| BD¹ | 1,00% | 0,49% | 9,97% | 7,98% |
| BS¹ | 0,93% | 0,50% | 9,86% | 8,11% |
| BAC² | 1,09% | 0,51% | 10,84% | 8,16% |
| CD Puro² | 1,19% | 1,28% | 10,88% | 11,77% |
| RealizePrev² | 1,19% | 1,28% | 10,96% | 11,77% |
| ¹Rentabilidade dos Investimentos | ||||
| ²Variação da cota líquida | ||||
Cenário econômico
A economia brasileira manteve trajetória alinhada ao cenário esperado pelo Copom, com sinais de desaceleração da atividade e melhora na composição da inflação. As expectativas inflacionárias seguem em queda, embora ainda em níveis elevados, o que sustenta a postura cautelosa da política monetária.
No campo externo, houve redução das tensões diplomáticas com os Estados Unidos, mas sem efeitos práticos até o momento. No âmbito fiscal, o governo enfrenta dificuldades para recompor receitas após a rejeição da MP 1303, com baixa articulação no Congresso e perspectiva limitada de avanços no curto prazo.
Nos EUA, o mês foi marcado pelo impacto do shutdown e pelo atraso na divulgação de dados oficiais, embora indicadores alternativos apontem continuidade da moderação no mercado de trabalho. A inflação surpreendeu para baixo, sobretudo devido à desaceleração dos aluguéis, levando a revisões negativas nas projeções inflacionárias. O Federal Reserve cortou juros em 25 pontos-base, conforme esperado, mas o discurso mais duro do presidente da instituição resultou em abertura das curvas de juros e fortalecimento do dólar.
A Zona do Euro apresentou indicadores acima das expectativas, com aceleração do PIB no terceiro trimestre e inflação em linha com as projeções. O núcleo da inflação permaneceu estável em 2,4% ao ano, reforçando a percepção de resiliência da atividade. Diante desse cenário, o BCE manteve as taxas de juros inalteradas, adotando postura cautelosa, porém mais confiante na recuperação gradual do bloco. No Reino Unido, porém, os sinais foram mais fracos.
Já na China, as tensões comerciais ganharam força no início do mês após ameaças de tarifas adicionais por parte dos Estados Unidos, em resposta a restrições chinesas sobre terras raras. O movimento elevou a aversão ao risco global. No entanto, uma reunião entre os líderes dos dois países resultou em um acordo que reduziu tarifas sobre produtos chineses e levou a China a suspender restrições às exportações e ampliar compras de soja americana, acalmando os mercados.





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