18.09.2025
Por Fachesf
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Todos os planos apresentam resultados acima das metas de investimentos
Todos os planos de previdência administrados pela Fachesf apresentaram resultados acima de suas respectivas metas de investimentos ou índices de referência em agosto de 2025. Os planos tiveram rentabilidade com ganho real aos participantes. O desempenho se mostra notável ao levar em conta o cenário de taxas de juros altas, alta volatilidade dos mercados e ocorrência de deflação no período (IPCA de −0,11%).
Confira abaixo a tabela com rentabilidade de cada plano.
Os relatórios detalhados podem ser acessados na página de Investimentos.
A rentabilidade dos planos é fruto direto da sólida estratégia de investimentos da Fachesf, que combina prudência, diversificação e visão de longo prazo. Essa condução tem permitido não apenas proteger os recursos previdenciários, mas também gerar retornos consistentes e sustentáveis, preservando o poder de compra dos participantes e assegurando o equilíbrio dos planos.
| Plano | Rentabilidade | Meta | Rentabilidade | Meta |
| Mês | Mês | Ano | Ano | |
| BCO¹ | 0,72% | 0,31% | 8,16% | 6,65% |
| BD¹ | 0,81% | 0,29% | 7,95% | 6,51% |
| BS¹ | 0,70% | 0,30% | 7,99% | 6,61% |
| BAC² | 1,48% | 0,31% | 8,40% | 6,65% |
| CD Puro² | 1,30% | 1,16% | 8,40% | 9,03% |
| RealizePrev² | 1,26% | 1,16% | 8,42% | 9,03% |
| ¹Rentabilidade dos Investimentos | ||||
| ²Variação da cota líquida | ||||
Cenário econômico
No Brasil, percebe-se uma desaceleração dos preços junto a um desempenho econômico forte. A moeda mais forte e o menor custo de alimentos e produtos da indústria diminuíram a persistência da inflação, mesmo com os serviços ainda pesando. O cenário de empregos continua aquecido, com o menor número de desempregados da história e salários subindo. Apesar das taxas de juros altas e de uma postura fiscal que, a princípio, visava uma política contracionista, o PIB avança mais do que o esperado.
Nos EUA, a economia mostra sinais contraditórios: otimismo com a recuperação, porém com o mercado de trabalho perdendo força. A inflação continua a ser impactada pelas taxas sobre produtos importados, e o banco central sofre cada vez mais influência política, pondo em dúvida sua autonomia. O mercado prevê que a redução das taxas comece em setembro, mas ainda há riscos de inflação acima do limite e problemas no crédito.
Na Zona do Euro, a melhora é gradual, impulsionada por indústria e serviços, com a inflação se estabilizando, embora ainda sob vigilância dos responsáveis pela política monetária. O crescimento segue abaixo do ideal, com a expectativa de que o BCE reduza as taxas de juros. A longo prazo, o progresso continua limitado, devido a questões como o envelhecimento da população e a mudança para fontes de energia mais limpas.
Na China, os dados recentes indicam uma perda de vigor, com perigos maiores no setor imobiliário e nas vendas para outros países, prejudicadas pela disputa comercial com os EUA. Espera-se novas ações pontuais para incentivar a economia. Mesmo com a diminuição do ritmo de crescimento, o país busca aumentar sua presença no cenário mundial, principalmente por meio de projetos como o BRICS, enquanto tenta equilibrar o crescimento econômico com a segurança financeira.




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